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O "Caminho dos Escravos" é um marco histórico único em uma das
regiões mais privilegiadas pela exuberância natural e pela riqueza cultural de Minas Gerais e do Brasil. Foi
também uma das principais rotas entre a região norte de Minas e o sul da Bahia, ainda no século XVIII, por
onde percorriam animais e tropeiros, muitos deles carregando os diamantes encontrados no antigo Arraial do
Tijuco. O nome é uma referência aos seus construtores, milhares de escravos que calçaram o caminho com pedras
no século XIX (de 1807 a 1823), a mando de Manoel Ferreira da Câmara Bittencourt e Sá , primeiro Intendente,
com o objetivo de facilitar o trajeto entre Diamantina (antigo Arraial do Tijuco) e o Distrito Minerador de
Mendanha.
Atualmente, os 21 km que ligam as duas localidades são percorridos por centenas de turistas anualmente,
oferecendo um passeio inesquecível em meio a natureza ainda preservada, e os diversos registros históricos
e culturais que sobreviveram ao tempo e que permitem aos seus visitantes um importante reencontro com a
história de Minas e do Brasil.
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